30/03/2013

Resenha: Como reconquistar seu ex-namorado

Título: Como reconquistar seu ex-namorado
Autora: Janette Rallison
Editora: Farol
Páginas: 272
Depois de três anos morando no Texas, Giovanna Petrizzi, dezesseis anos, ainda é considerada novata em comparação a qualquer um da escola. Ter “roubado” sapos mortos do laboratório de biologia e estar fazendo serviços comunitários também não a torna a garota mais popular. E ela ainda se pergunta por que a madrasta torna sua vida tão complicada e para Dante,seu irmão gêmeo, tudo é muito mais simples. Mas nada disso tem importância quando Dante quer bater de frente com Wilson, o filho do prefeito, na corrida pela presidência do grêmio da escola. Giovanna resolve que fará de tudo para ajudá-lo nesse embate contra os conhecidos “mauricinhos”. O mínimo que ela poderia esperar do próprio namorado, Jesse, era o apoio à sua causa. Porém o garoto resolve virar gerente da campanha de Wilson, o que deixa Giovanna em uma montanha-russa emocional, em dúvida entre o irmão e o namorado. E, antes que perceba ela transforma o garoto dos seus sonhos em um ex-namorado que sonha reconquistar.

Antes de tudo, tenho que falar: vi algumas pessoas achando que esse era um livro de auto-ajuda. Ok, o título até dá para confundir. Mas ele NÃO é, ok? É um livro de ficção.

Ultimamente livros adolescentes demais não têm me atraído muito. Não sei se é a idade que ta chegando (aquela data que marca nossos anos de vida está chegando pra mim) ou então é porque eu tenho lido livros com temáticas tão diferentes que esses se tornaram muito comuns pra mim. Então o que eu deveria esperar de Como reconquistar seu ex-namorado? Algo comum, sem nada especial. Mas quando comecei a ler, notei que esse tinha algo diferente. O peguei e terminei em questão de horas, de tanto que eu me diverti. E esse é o ponto alto do livro: ele te faz rir do começo ao final.

Giovana e Jesse são totalmente diferentes. Ela é vista como a delinquente da escola e ele é da turma dos populares. Mas, apesar de todos os obstáculos, os dois namoram. Mas é quando Wilson, um amigo de Jesse e o irmão de Giovana, Dante, resolvem competir pela presidência do grêmio estudantil que essa relação fica conturbada. Por Jesse não querer apoiar Dante nas eleições, Giovana termina com ele e começa uma disputa muito divertida na corrida das eleições. E agora, quem vai vencer? Será que o amor vai prevalecer?

Fiquei encarando Wilson. Aquilo não fazia sentido. Esperava que ele completasse a frase – a parte do desfecho que sinalizaria a todos que ele só estava brincando. Não podia ser. Jesse já tinha concordado em apoiar Dante.
Mas então Wilson continuou falando da eleição, e Jesse não o contradisse. Olhei para Jesse, esperando encontrar um sinal de surpresa ou confusão, algo que indicasse que Wilson havia se enganado.
Jesse não olhava pra mim.
E daí eu soube que era verdade. p. 51
Eu fiz uma pequena adaptação naquela antiga frase e agora meu lema é: falta de expectativa é uma benção! Como peguei o livro sem esperar absolutamente nada de diferente, foi uma surpresa quando eu me vi dando altas risadas com as situações criadas por Jesse e Giovana. Esses dois fizeram com que o enredo rendesse tanto que o livro poderia ter muito mais páginas que ainda assim eu leria e não veria as veria passar.

Tudo bem que o enredo não é nada muito original, afinal, nesses livros juvenis sempre tem esse casal “diferente”, no qual um é dos grupos dos rejeitados e um dos populares. Mas nesse eu senti aquele toque diferente que tanto vinha faltando em livros nessa temática: a diversão. Por favor, chega de personagens dramáticas e ai, eu sou tão horrível que perdi meu namorado! Estava mesmo precisando de uma personagem como a Giovana!

E era aqui que eu queria chegar: os personagens fizeram o livro tão bom quanto ele é. A autora Janette Rallison conseguiu colocar nesses personagens características típicas de adolescentes: paixão, intrigas, competições. Com certeza algum aspecto que a autora colocou se encaixará na sua vida e você se lembrará de alguma história parecida que já aconteceu com você. Não tem como não se colocar no lugar da Giovana durante as confusões em que ela se mete ou então quando ela recebe broncas e mais broncas da madrasta ou até mesmo nos desentendimentos com seu irmão.

– Estou apoiando meu irmão. Ele vai ser um ótimo presidente
Jesse me lançou um sorrisinho desafiador:
– Isso não vai acontecer.
– Quando Dante ganhar, você terá de pagar sua língua.
– Se ele ganhar, eu como minhas botas.
Apontei em sua direção:
– Vou cobrar! p. 75
Além de tudo isso, tem uma parte que eu amei: a diagramação. A editora Farol colocou detalhes tão fofos que eu cheguei a ficar com os olhos brilhando. É uma pena que o livro seja com páginas brancas (elas refletem tanto a luz :/), mas isso é um detalhe que dá para superar, até porque li o livro em tão pouco tempo que nem deu tempo de sentir as implicações disso.



Mas o que importa aqui é que eu realmente gostei de Como reconquistar seu ex-namorado. Foi uma leitura bem rápida, muito gostosa e bem mais leve do que o último livro que eu li, A filha da feiticeira. Para quem está procurando um romance bem juvenil, tenho que dizer: coloque esse livro entre suas primeiras opções. Tenho certeza de que vocês vão adorar. 

27/03/2013

Promoção: A filha da feiticeira

Quem leu a resenha de A filha da feiticeira sabe muito bem que esse foi um dos melhores livros que eu li esse ano.
Como eu quero muito que vocês sintam o que eu senti quando o li, fiz um pedido e a editora Bertrand o atendeu: vamos sortear um exemplar do livro!
Então torçam bastante, cruzem os dedos e boa sorte a todos!


26/03/2013

Lançamentos #23: Bertrand Brasil

Título: Casa de Verão
Autora: Marcia Willet
Páginas: 308
Skoob

Matt sempre sentiu que faltava algo em sua vida. Em uma caixinha marchetada, sua mãe guardou lembranças da infância do filho. Entre elas, várias fotos de quando ele era menino. Mas há algo que o intriga naquelas fotos. Seria mesmo ele ali? Por que ele não se lembra daquelas roupas? Dos brinquedos? E mais: por que sua irmã, Imogen, não aparece nas fotografias?
Diferentemente da maioria das escritoras do gênero, os romances de Marcia Willett fogem do pieguismo e dos lugares-comuns. Aproximam-se mais da vida real das pessoas, narrando situações complexas e verossímeis. No caso específico de Casa de verão, a autora aborda os mistérios que surgem em meio a uma família.

Título: 13 maldições
Autora: Michelle Harrison
Trilogia 13 tesouros #2
Páginas: 434
Tanya sempre foi uma garota diferente. Desde pequena ela consegue enxergar fadas. Não as que o leitor poderia imaginar, mas seres maus, que tentam lançar-lhe feitiços. São essas criaturas que sequestram o irmão da amiga de Tanya, Red, a qual jura trazê-lo de volta. Contudo, por estar presa em um reino mágico, ela aceita um acordo: seu irmão será devolvido, mas apenas se ela encontrar os berloques do bracelete da amiga, que foram espalhados pelo mundo humano. 


22/03/2013

Resenha: A filha da feiticeira

Título: A filha da feiticeira
Autora: Paula Brackston
Editora: Bertrand
Páginas: 448
Cada era exige um novo diário. Assim sendo, começa este livro das sombras. Após a morte, em 1628, de toda a sua família, a menina Elizabeth, de 15 anos, consegue abrigo com o bruxo Gideon Masters. Contudo, ele a aprisiona e a inicia na magia, tornando-a um ser eterno. Com a fuga da jovem, anos depois, o tutor a persegue ao longo dos séculos, passando por momentos importantes da história da humanidade.Com traços de romance histórico e elementos de fantasia, A Filha da Feiticeira é uma arrebatadora iniciação no mundo mágico, embora perigoso, da feitiçaria. É impossível esquecer essa heroína forte e independente, que sobrevive a pragas e guerras, na busca por se manter fiel a seus princípios.A autora descreve com destreza épocas e locais distintos ao longo dos tempos, como a Inglaterra de 1628, a Paris de 1917 e os dias atuais. Para isso, Paula Brackston pesquisou durante anos as características das sociedades que lá viviam. No fim, uma certeza: o desejo urgente por uma continuação.Uma saga de inocência, entremeada de fantasia. Uma história repleta de magia e feitiçaria, ideal para aqueles que buscam uma trama fascinante. O livro é maravilhosamente escrito, possui personagens bem-construídos e uma trama que prende o leitor até o fim.

Fazer uma resenha que chegue aos pés de A filha da feiticeira vai ser uma tarefa bem difícil. Como todos aqui bem sabem, eu adoro uma boa literatura sobrenatural e, quando li a sinopse desse livro, soube na hora que ele seria a minha cara. Mas tudo o que eu esperava de um livro dessa temática foi por água abaixo. Me surpreendi de todas as maneiras possíveis.

É o ano de 1627 e Bess vive tranquilamente com seus pais e irmãos. Tudo sai de seus eixos quando a peste negra atinge o pequeno povoado e faz com que a maioria dos membros de sua família morra. Para que a própria Bess sobreviva por causa de acordos feitos por sua mãe para salvá-la da doença, ela procura Gideon, um mago que vive no meio da floresta de Batchcombe. Ele a transforma em feiticeira e, por causa disso, ela terá que pagar um preço muito alto. É então que começa uma grande perseguição que atravessará séculos de história.

Os dois dias seguintes passaram para Bess em meio a um turbilhão de nomes estranhos e palavras desconhecidas. Gideon lhe mostrou livros que ela nunca vira. A maioria deles não estava em latim, nem em inglês, nem em francês, nem em qualquer outra língua que Bess pudesse reconhecer. Ele a fez repetir palavras curiosas continuamente até que as soubesse de cor e sua língua estivesse farta de tropeçar nos sons desconhecidos. Era um professor rígido, que não a deixava descansar ou comer até que estivesse satisfeito, até que Bess aprendesse o que ele queria. p. 174
Esse foi o livro que mais me surpreendeu nos últimos meses. Não esperava muito, e quando parei para reparar, já estava lendo que nem uma doida para saber como tudo ia acabar. Sempre gostei de livros que envolvessem magia, afinal, quem aqui nunca foi fã de um bruxinho simpático chamado Harry Potter? Então minhas expectativas estavam muito altas, e, para me surpreender, o livro precisou ir além do que eu esperava. Eu só não contava que ele fosse TÃO além e se tornasse meu favorito em tão rapidamente.

Paula Backston conseguiu em seu livro de estreia criar uma atmosfera muito interessante em torno da feitiçaria. Ela usou elementos clássicos, onde vemos uma feiticeira que só quer fazer o bem e que usa os elementos da natureza a seu favor. Essa feitiçaria clássica estava em falta no mercado, onde só tenho visto uma grande quantidade de histórias que se desenvolvem mais em torno de romances (normalmente adolescentes) e que deixam de lado algo tão legal e que pode ser tão bem aproveitado.

A atmosfera histórica que cerca A filha da feiticeira também é notável. Passamos por quase quatro séculos de história, indo da peste negra ao Jack Estripador no século XIX na Inglaterra, da Primeira Guerra Mundial até os dias atuais. E, incrivelmente, a autora, com grande maestria, não se perde nem nos mínimos detalhes e nem deixa o leitor se perder nas épocas, uma vez que são utilizados recursos visuais e estéticos que dão características aos ambientes que é impossível não se localizar.

A narrativa também ajuda e muito nesse ponto. É bem detalhista, mas não chega a extremos que poderiam deixar o livro cansativo. Além disso, há uma alternância entre primeira e terceira pessoa durante todo o livro, então dá para perceber o que a Bess está contando que já aconteceu e o que está acontecendo no momento. Uma técnica muito bem utilizada pela Paula Brackston.

Os personagens são muito bem construídos. A própria Bess é complicada, cheia de ressentimentos e dava para sentir seu sofrimento por passar tantos séculos fugindo, então não tinha como não se simpatizar com ela pelo menos. Gideon é um perfeito vilão, daqueles que você odeia do início ao fim e fica torcendo para que ele se dê muito mal.

Enquanto o livro vai se aproximando de seu final, você fica com o coração na mão. Eu devorei as últimas páginas porque minha curiosidade não me deixava pensar direito, eu precisava saber o que iria acontecer. E eu ainda não sei explicar o que eu senti com aquele final. Foi muito além do que eu imaginava!

– Há feiticeiras que usam sua magia de cura para grandes feitos, Tegan. E há aquelas capazes de utilizá-la no sentido oposto – balancei a cabeça. – Esse poder é terrível. É contra a natureza. É uma profanação da arte e deve ser temido. – Deixei que meus olhos fossem tomados pelas chamas dançantes das velas e comecei a contar a minha história. p. 215
E essa capa... Não consigo nem falar o quanto ela é linda. Me apaixonei por ela assim que a vi na página do facebook da editora, mas quando o livro chegou e que eu a vi pessoalmente é que fiquei alucinada. É maravilhosa! É uma das mais bonitas da minha estante, com certeza.

A filha da feiticeira é um dos melhores livros que envolvem magia que eu já li. Ele me surpreendeu muito e a cada página que eu lia, eu comprovava ainda mais de que a autora Paula Brackston tem um talento indescritível para escrever sobre a temática.
É um livro que vale muito a pena ler, principalmente se você é fã de livros nesse estilo. Acredite em mim: a magia vai te envolver mesmo depois que você já tenha terminado de lê-lo. 

20/03/2013

Feliz dia do blogueiro!


No dia 20 de março é comemorado o dia do blogueiro. Mas o que esse ser, que passa a maior parte dos seus dias atrás de uma tela tem de tão especial para ter um dia destinado somente a ele?
O grande objetivo de um blog é fazer com que você, leitor, tenha prazer em buscar coisas de seu interesse. Não faltam blogs de todas as temáticas possíveis: livros (olha a gente aqui!), beleza, games... Não importa. Sempre que você procurar, você vai encontrar algum blog que te agrade e que tenha tudo o que você estiver procurando.
É aqui que chegamos ao nosso ponto: o grande criador de todo o material que você lê por aí é o blogueiro. É ele que passa horas buscando informações para complementar postagens, vai dormir pensando no que vai postar no dia seguinte, é aquele que sempre busca um contato maior com o leitor para que você sempre saia ganhando.
Mas, no fundo, o blogueiro está aqui porque ama o que faz. Ele também adora o que você adora, adora quando alguém comenta e diz que pensa a mesma coisa, ou então que pensa diferente, por que não? O blogueiro adora esse tipo de coisa, por mais que você esteja totalmente oposto a ele. Afinal, vai que você mostra um ponto de vista totalmente diferente do que ele viu anteriormente? 
Porém, nem tudo são flores. Na jornada de um blogueiro alguma hora vão aparecer as tão temidas críticas... É, todo blogueiro passa por isso alguma vez. Para alguns, é bem mais dolorido do que para outros. Mas um verdadeiro blogueiro sabe que as críticas podem ser coisas boas também, algo que pode levar a um engrandecimento que ele nem seria capaz de prever. E ainda tem o desânimo, um grande monstro com o qual temos que lidar frequentemente.
Mas é quando ele vê que depois de tanto sacrifício pessoal ele conquistou tantas coisas, que a verdadeira graça de ser blogueiro aparece. Que blogueiro nunca parou e pensou: como eu tenho leitores maravilhosos!? Que blogueiro não comemorou o aniversário de seu blog pensando em como esse tempo foi maravilhoso e lhe rendeu muito mais frutos do que ele esperava?
E como são frutos maravilhosos! Leitores que adoram o que o blogueiro escreve, que deixa recadinhos tão legais que chegam a emocionar. Isso quando as coisas não vão além e o leitor se torna um grande amigo.

E eu preciso dizer: eu amo fazer parte dessa família de blogueiros!

Feliz dia do blogueiro!

18/03/2013

Resenha: Sangue Quente

Título: Sangue Quente
Autor: Isaac Marion
Editora: Leya
Páginas: 256
R é um jovem vivendo uma crise existencial - ele é um zumbi. Perambula por uma América destruída pela guerra, colapso social e a fome voraz de seus companheiros mortos-vivos, mas ele busca mais do que sangue e cérebros. Ele consegue pronunciar apenas algumas sílabas, mas ele é profundo, cheio de pensamentos e saudade. Não tem recordações, nem identidade, nem pulso, mas ele tem sonhos. Após vivenciar as memórias de um adolescente enquanto devorava seu cérebro, R faz uma escolha inesperada, que começa com uma relação tensa, desajeitada e estranhamente doce com a namorada de sua vítima. Julie é uma explosão de cores na paisagem triste e cinzenta que envolve a "vida" de R e sua decisão de protegê-la irá transformar não só ele, mas também seus companheiros mortos-vivos, e talvez o mundo inteiro. 

Minha vontade de ler Sangue Quente era grande e vinha de muito tempo. Há mais ou menos um ano descobri o livro e desde então ele estava na minha lista de desejados. Quando soube que a adaptação para os cinemas iria ser lançada, a minha vontade ficou ainda maior. Mas, no final das contas, esse excesso de expectativa acabou atrapalhando e muito a minha leitura.

R é um zumbi, mas não é um zumbi qualquer. Ao contrário de todo o seu grupo, R quer entender o que o levou a chegar até onde está e o que o leva a fazer tudo o que faz. Ele tenta a todo custo relembrar momentos de sua vida enquanto ele ainda não era um zumbi, inclusive seu nome, do qual só lembra a primeira letra.
Mas é quando R e seu grupo saem para se alimentar que tudo sai de seus eixos. Ele conhece Julie, uma humana viva, e acontece o que ele julgava impossível: eles se apaixonam. E agora, R está começando a mudar e eles precisam descobrir o motivo antes que alguma coisa ruim aconteça...

Estou morto, mas isso não é tão ruim. Aprendi a conviver com isso. Desculpe não me apresentar da forma correta, mas não tenho mais um nome. Dificilmente algum de nós tem um. Nós os perdemos, como perdemos chaves de carros, os esquecemos como esquecemos de alguns aniversários. O meus talvez começasse com R, mas isso é tudo que sei. p. 13
O grande problema que eu encontrei com Sangue Quente foi que eu esperava algo totalmente diferente dele. Sim, eu já sabia que iria encontrar um romance envolvendo um zumbi que segue os padrões do novo mercado juvenil literário, mas não esperava um personagem tão introspectivo. Eu estava preparada para um zumbi mais... zumbi, se é que vocês me entendem. É claro que vemos momentos claros em que eles comem cérebros e andam vagando por aí sem se importar como todo zumbi deveria ser, mas essa crise existencial do próprio R acabou me irritando em algumas partes e em outras, eu tenho que admitir, nem conseguia chegar ao ponto que ele queria que eu chegasse...

Mas isso não foi um grande motivo para que eu o detestasse. O autor conseguiu criar um personagem totalmente diferente do comum, e, apesar dos pontos que eu realmente não curti, o R tem características que fazem qualquer garota gostar dele: ele é superprotetor, sabe ser uma gracinha quando quer e até coleciona coisas antigas e adora ouvir um LP (me conquistaria fácil). Julie também tem seus pontos altos, é uma personagem forte e desafia todos ao seu redor, o que faz com que qualquer leitor se simpatize com ela.

O enredo seguiu exatamente para o desfecho que eu esperava desde o início, logo não foi lá uma grande surpresa. Mas eu fiquei decepcionada com o final que o livro teve, até porque eu esperava uma explicação melhor para tudo o que tinha acontecido até então. Ele ficou muito aberto e talvez esse seja o gancho para uma futura continuação, já anunciada pelo autor.

Ela fica me encarando. Seus lábios estão comprimidos e pálidos.
Aponto para ela, para minha boca e depois para os meus dentes tortos e ensangüentados. Faço que não com a cabeça. Ela se encolhe para perto da janela. Um grito de terror começa a aparecer na garganta dela. Isso não está dando certo.
– Segura – falo para ela, soltando um suspiro. – Manter... você segura. p. 34
Mas vamos falar sobre uma das coisas que eu mais gostei no livro: a diagramação. A editora Leya fez um trabalho muito legal colocando várias partes do corpo humano no começo de cada capítulo. Ficou interessantíssimo e eu ficava tentando descobrir a ligação de cada parte com o capítulo (o que em alguns casos até tem, mas em outros eu já não consegui decifrar).

Fãs de The Walking Dead, por favor, não leiam este livro. É como pedir para um grande fã de Drácula ler Crepúsculo. Como eu não sou uma super fã de zumbis, eu gostei de uma versão romantizada deles, deixou o assunto bem mais leve e eu não fiquei impressionada pensando em cenas de carnificina e afins. Para quem é assim como eu, vale mesmo a pena ler e descobrir que os zumbis também podem ser seres legais. 

15/03/2013

Lançamentos #22 - Novo Conceito

Título: A Pousada Rose Harbor
Autor: Debbie Macomber
Páginas: 352
Jo Marie Rose decide comprar uma pequena pousada, como forma de superar a morte do marido. Mal sabe ela que as surpresas que a esperam nessa nova empreitada.
Seu primeiro hóspede é Joshua Weaver, que voltou para casa para cuidar de seu padrasto doente. Os dois nunca se conheceram pessoalmente e Joshua tem alguma esperança de que possam conciliar suas diferenças. No entanto, uma habilidade de Joshua há muito perdida prova que o perdão nunca está fora de alcance e que o amor pode florescer onde menos se espera.
A outra hóspede é Abby Kincaid, que retorna a Cedar Cove para comparecer ao casamento do irmão. De volta pela primeira vez em 20 anos, ela quase deseja não ter ido, devido às memórias trazidas pela pitoresca cidade. E conforme Abby se reconecta com sua família e seus velhos amigos, percebe que só pode seguir em frente se permitir-se verdadeiramente a isso.

Título: Apegados
Autor: Amir Levine e Rachel S. F. Heller
Páginas: 304
Cada vez mais fazemos uso da pesquisa científica para conquistar melhor qualidade de vida. Sabemos o que devemos ou não comer, conhecemos o tipo de exercício que devemos praticar e por quanto tempo devemos fazê-lo, aprendemos alternativas viáveis para conquistar o sono revigorante... No entanto, nossos relacionamentos amorosos, parte importante de nossa vida, não parecem tão avaliados e estudados. Geralmente temos a sensação de que essa coisa de amor é um assunto da sorte.
Mas será possível que a ciência explique por que algumas relações são produtivas e enriquecedoras, enquanto outras nos deixam perturbados e alienados? Pode a ciência explicar como muitos criam vínculos amáveis sem esforço algum, enquanto outros têm que lutar tanto pelo amor? Para o psiquiatra Amir Levine e a psicóloga Rachel Heller, a resposta é um evidente “sim”.
Em "Apegados" — livro baseado nas pesquisas da Teoria do Apego, de John Bowlby —, os autores revelam como compreender os mecanismos de afeição que se criam entre os adultos, o que certamente nos ajudará a encontrar e a manter o amor.
Seja você do tipo “ansioso”, “seguro” ou “evitante”, Levine e Heller se encarregam de oferecer instrumentos suficientes para que você possa construir relações mais fortes e reparadoras com as pessoas que ama.

12/03/2013

Lançamentos #21: Arqueiro

  Título: Juntos para Sempre
  Autor: Walcyr Carrasco
  Páginas: 208
Alan é um advogado bem-sucedido e leva uma vida aparentemente perfeita. Mas todas as noites é atormentado por um sonho que o leva a um amor de outra vida.
Quando ele viaja para uma cidade do interior, encontra uma moça semelhante à que aparece em seu sonho. Mas a moça foge aterrorizada ao deparar com ele. Agora Alan precisa descobrir quem é essa mulher e qual é a ligação entre eles. Para isso, terá que rever sua existência e descobrir que as coisas realmente importantes não podem ser compradas.
  

Título: Noite de Tempestade
Autor: John Sandford
Páginas: 272
Em uma noite quente e úmida em Minnesota, o detetive Virgil Flowers está na cama com uma de suas ex-esposas quando o telefone toca. Um corpo foi encontrado em Stillwater, perto de um memorial para veteranos de guerra, com dois tiros na cabeça. Há um limão na boca da vítima, exatamente como estava o corpo encontrado na semana anterior. Quanto mais Flowers investiga, mais se convence de que alguém está eliminando nomes em uma lista e que ela ainda tem muitos nomes. Quando começa a juntar as pistas, percebe que esse caso leva a mais caminhos do que esperava e que há armadilhas em todos eles.

08/03/2013

Resenha: Infinity Ring - Um Motim no Tempo

Título: Infinity Ring #1 - Um Motim no Tempo
Autor: James Dashner
Editora: Seguinte
Páginas: 248
Quando os melhores amigos Dak Smyth e Sera Froste descobrem o segredo da viagem no tempo - um dispositivo portátil conhecido como Anel do Infinito -, eles acabam envolvidos numa guerra secreta que existe há muitos séculos e decidirá o futuro da humanidade. Recrutados pelos Guardiões da História, uma sociedade secreta que existe desde Aristóteles, as crianças descobrem que a história havia saído desastrosamente de seu curso natural. Agora, Dak, Sera e Riq, o jovem guardião em treinamento, devem voltar no tempo para corrigir as Grandes Fraturas - e, no caminho, ainda salvar os pais de Dak. A primeira parada é na Espanha de 1492, quando um navegador chamado Cristóvão Colombo está prestes a ser lançado ao mar, durante um motim terrível.

Esse livro chegou no melhor momento possível. Fazia algum tempo que não gostava tanto de um livro e eu realmente precisava disso. Não tinha muitas expectativas para ele, afinal, só fui conhecer a série de livros esse ano porque a editora Seguinte iria lançá-la.  Mas, quando comecei a ler, me vi presa, algo que eu não esperava nem de longe. E preciso dizer: já está na minha lista de favoritos.

Dak e Sera são dois prodígios. O primeiro é um grande conhecer de história e a segunda ama física e química quântica. Eles vivem em um mundo em uma organização chamada SQ quer tomar o poder de tudo e ela vem tramando isto ao longo de toda a história do mundo. Quando os pais de Dak desenvolvem um dispositivo chamado Anel do Infinito, que é capaz de realizar a viagem no tempo, os dois amigos entram para um grupo chamado Guardiões da História, onde sua missão é consertar as Grandes Fraturas, ou seja, eventos que nunca deveriam ter acontecido e que mudaram permanentemente o rumo da história. Ao mesmo tempo, eles têm que achar os pais de Dak, que se perderam durante uma das viagens do tempo.

Dak sentiu a presença de algo em sua mão. Ele reconheceu o objeto pela toque: era o Anel do Infinito. Não havia tempo para pensar, e ele simplesmente o agarrou. As luzes brilharam com mais intensidade, e o barulho se tornou insuportável. Dak gritou, mas o som de seu berro se perdeu no meio daquela balbúrdia.
Então tudo terminou. Dak e Sera estavam de volta ao laboratório.
Mas não havia sinal dos seus pais em lugar nenhum. p. 73
Como já falei por aqui, são poucos os livros infanto-juvenis que conseguem me encantar. Um que conseguiu esse ano foi Quem poderia ser a uma hora dessas? do autor Lemony Snicket e depois dele, esperava que fosse demorar um bom tempo até que outro aparecesse e fizesse com que eu sentisse essa vontade de querer saber mais e mais. Felizmente isso aconteceu com Um motim no tempo.

Por ser o primeiro livro de uma série de sete volumes, esse é um livro um pouco mais introdutório, onde conhecemos tudo o que está acontecendo no mundo de Dak e Sera, a influência da organização chamada SQ e todos os outros grupos envolvidos nessa trama. Então a verdadeira aventura só começa lá pela metade do livro, mas de maneira nenhuma decepciona.

E é exatamente essa parte que mais me encantou. Nesse primeiro volume, eles irão corrigir a Grande Fratura envolvendo Cristóvão Colombo, que é envolvido em um motim e jogado ao mar, e assim não seria ele a descobrir a América. Como uma grande aficionada por História, colocar uma parte dela dentro de uma aventura deixou tudo ainda mais gostoso de ser lido.

Os personagens são maravilhosos. Dak, com sua mania de sempre dar uma explicação histórica em toda oportunidade que surge; Sera, com sua incrível habilidade de programar o Anel do Infinito e até Riq, um Guardião do Tempo especialista em idiomas que está na missão com a dupla. Eu, particularmente, não consegui decidir qual personagem eu mais gostei. Todos eles têm sua especialidade e fica difícil imaginar a história sem algum deles.

– Não só isso – garantiu Riq. – Tem também a cidade e a data específica. Precisamos estar em Palos de La Frontera no dia 3 de agosto de 1492.
Dak reconheceu a data e o local. Só havia uma explicação possível para eles serem instruídos a ir para lá. (...)
– Foi de lá que saíram os navios que acabaram descobrindo as Américas. Niña, Pinta e Santa Maria. A viagem dos irmãos Amâncio! p. 128/129
O mais interessante da série é que cada um dos livros é escrito por um autor diferente (com exceção do último, que será do mesmo autor que esse primeiro), exatamente nos mesmos moldes da série The 39 Clues. E estou em uma grande expectativa para ver se isso vai dar certo. Principalmente para o segundo volume, já que esse primeiro terminou de uma forma que deixa qualquer um de boca aberta e até implorando para ter logo a continuação em mãos.

Não importa a idade, nem preferência literária. Qualquer um que der oportunidade para este livro irá gostar dele. Com certeza é uma série que irá conquistar muitos fãs. Então, não percam tempo e programem-se: Um motim no tempo será lançado no dia 04 de abril e já está em pré-venda na Livraria Travessa e na Livraria Cultura

Observação: a editora Seguinte lançou um jogo fantástico baseado no livro. Eu já joguei e adorei! Quem quiser conhecer o jogo basta clicar aqui.

04/03/2013

Promoção: Ovos, Chocolate e Livros!



Olá, leitor! Já está no clima da Páscoa? Pois se não está, agora vai ser impossível não se animar: o blog Estante Vertical e outros sete blogs estão sorteando oito livros entre seus leitores, sendo apenas três ganhadores!

Confira a lista de blogs e de livros que você estará concorrendo:
AcidamenteSensível – Uma questão de confiança
Estante Vertical– Um lugar para ficar
Fluffy – Lola e o garoto da casa ao lado
GavetaAbandonada – O reino dos sonhos
IYRDIW – Garota Tempestade
La Vie EstAilleurs – Rosa dos Ventos
Lendo ao Luar – Branca de Neve e o Caçador
Palácio delivros – Um piano para cavalos altos

O primeiro sorteado poderá escolher quatro livros da lista acima; o segundo sorteado poderá escolher três livros dentre os restantes; e o terceiro e último sorteado ficará com o único livro que sobrar.

Para participar, é só seguir as regrinhas do formulário. Se você tiver alguma dúvida, não deixe de ler este tutorial ou perguntar pelos comentários. Nenhuma das entradas é obrigatória, fazendo uma delas você já está participando, mas quanto mais entradas você fizer, mais chances você tem.


02/03/2013

Resenha: Cidade Mágica

Título: Cidade Mágica
Autor: Drew Lerman
Editora: Bertrand
Páginas: 336
Tendo sobrevivido a uma experiência traumática e agora sofrendo com o estresse que isso lhe causou, Henry Fuller está apático e inseguro sobre cada decisão que toma em sua vida, e se pergunta se pode confiar em seu companheiro de rebeldia, que parece ficar extasiado ao pressionar Henry ainda mais. Tudo isso em meio a uma vida escolar confusa e ao fim de um relacionamento amoroso. Somente ele próprio é capaz de mudar sua vida completamente. Mas será que ele pode e quer? Após sua casa ser atacada por um furacão, o adolescente Henry passa a viver resignado e triste. Para piorar, sua namorada termina o relacionamento e ele odeia a cidade em que vive. Com uma escrita corajosa, Lerman traça um painel interessante das mazelas enfrentadas na adolescência. 

Sabe quando você pega um livro pensando que ele iria ser completamente diferente? Foi isso o que eu senti em Cidade Mágica. Eu não li nenhuma resenha antes de pegar o livro, então a única informação que eu tinha sobre ele era o que a sinopse me dizia. E eu preciso dizer: nem lendo várias resenhas eu iria ter noção do que o livro engloba. Tentarei ser específica o máximo possível, mas acho melhor que vocês multipliquem por 100 tudo o que eu disser por aqui, assim é mais provável que a gente chegue a algum lugar.

Henry sofre de estresse pós-traumático. É considerado maluco por boa parte das pessoas que conhece e ainda namora a garota mais estranha da escola. É nesse ponto de sua vida que ele conhece Charlie, um garoto que quer fazer uma revolução no mundo. Então juntos, Henry e Charlie tentam desfazer a confusão que tudo representa para eles e compreender o mundo e as pessoas ao seu redor.

É um negócio complicado, crescer. Você passa sua vida inteira acreditando que o mundo é de um jeito e, então, do nada, tudo muda. Você percebe que talvez seus pais não saibam de tudo, seu governo é corrupto, seus ancestrais são assassinos. Você descobre que um dia vai morrer, e depois disso, quem sabe realmente o que acontece? Em pequenas doses, você aprende que o mundo não é absolutamente nada parecido com o que as pessoas lhe contaram. A lavagem cerebral passa, e tudo o que você pode esperar é que ela volte. p. 9
Livros que levantam questões como o como “Qual é o sentido da vida?” nunca me atraíram muito. Todos os que eu li acabavam indo para o caminho dos livros de auto-ajuda e nenhuma experiência até então tinha sido legal. Cidade Mágica mudou minha visão. Sempre que alguma questão era levantada, não importava o tema, me pegava imaginando em como isso se aplicaria na minha vida.

O que mais me chamou a atenção foi a diversidade de temas que o autor explora. Sexualidade, política, religião, ciência... Você encontra de tudo. E acredito que foi essa variedade que fez com que a leitura não se tornasse cansativa na maior parte do tempo, até porque pouquíssima gente gosta de um livro só com reflexões e ainda mais sobre a mesma coisa, não é mesmo?

Porém verdadeira questão sobre o livro é que ele é sobre tudo e nada ao mesmo tempo. Enquanto ela aborda todas as situações que qualquer pessoa já encarou ou ainda vai encarar durante a vida, Cidade Mágica não tem um objetivo. Não vá esperando por um final feliz, em que o protagonista vai mudar de vida, porque isso não acontece. Ele é só sobre uma fase na vida de um adolescente. Não que isso seja ruim, dependendo de como você analisa o enredo.

A narrativa é algo novo pra mim. É uma narrativa não linear, que vai do presente para o passado, que passa por dilemas mentais do protagonista e nos mostra o cenário de uma forma totalmente nova. Eu me confundi em algumas partes, principalmente no começo, mas foi mais uma questão de adaptação com a forma que autor escreve, nada que me fizesse desistir da leitura.

– Não, por que diabos você iria querer ouvir rádio? A música não deixa você puto? Quer dizer, se é que a porcaria diluída, sem instrumentos, computadorizada, que uma corporação no Texas distribui pra vender anúncios pode ser chamada de música. Em cada uma dessas emissoras de merda é o mesmo lixo com uma etnia diferente: branca, negra latina. Gire um pouco o botão da estação. (...) Daqui a pouco, na frequência 94.9, você vai ouvir mais merdas repetitivas pra entorpecer sua mente, em ritmos mais lentos ou mais rápidos. E, se você gosta disso, escute todas as outras estações, porque são exatamente a mesma coisa! p. 71
Mas sim, o livro tem seus pontos negativos. Em suas 336 páginas, é claro que chegou aquela parte em que a leitura travou. Não conseguia ler por conta de tantas reflexões, pois o autor quis dizer tanta coisa em tão pouco tempo que cansa o leitor com tantas informações. Isso fez com que eu demorasse mais para ler e quando pegava o livro, lia muito pouco. Entretanto, passada essa parte cansativa, o livro toma seu rumo e você não consegue parar até chegar ao final.

É aquela velha história: depende muito do que você gosta de ler. Se você for daquele tipo de pessoa que costuma ler temáticas mais leves, Cidade Mágica não vai ser um livro que você vai gostar. Mas, se você gosta e/ou está disposto a encarar uma temática um pouco mais reflexiva, é uma mudança de perspectiva e tanto, então vale mesmo a pena ler. 

01/03/2013

Filmes para marcar no calendário #3


Março é um mês que chega com tudo. Com vários filmes adaptados de livros queridinhos por leitores brasileiros, é um mês que vai acabar com os bolsos daqueles que estão esperando por esses filmes.
Dezesseis Luas teve uma estreia fraca nos EUA, mas já chega agradando a muitas pessoas que foram ver na estreia. Temos também James Franco e Mila Kunis reunidos em Oz, mágico e poderoso, filme que vem gerando muita expectativa. Keira Knighley mais uma vez dá um show de atuação em Anna Karenina. A Hospedeira, mais um filme muito esperado, está acabando com as unhas daqueles que estão esperando por essa adaptação. G.I. Joe é melhor lançamento de ação do mês. E por fim, Jack, o caçador de gigantes, que é mais uma releitura de contos de fadas, dessa vez de João e o pé de feijão
Vamos conhecer melhor esses lançamentos?

  • Dezesseis Luas

Lançamento: 01 de março
Direção: Richard LaGravenese
Gênero: Romance, Fantasia
Sinopse: Cidade de Gatlin, na Carolina do Sul, Estados Unidos. Ethan Wate (Alden Ehrenreich) é um estudante do terceiro ano do colegial, que não vê a hora de sair do local. Ele considera Gatlin uma cidade pacata demais, onde nada de interessante acontece, mas se vê preso ao local por ter que cuidar de seu pai, que não deixa o quarto desde que a esposa faleceu em um acidente de carro, um ano antes. Já há alguns meses Ethan é atormentado por sonhos misteriosos, onde vê uma garota desconhecida. Um dia, ele a encontra em sua sala de aula. Trata-se de Lena Duchannes (Alice Englert), uma jovem de 15 anos que está morando com o tio, Macon Ravenwood (Jeremy Irons), descendente da família que fundou Gatlin. O problema é que Macon e seus familiares têm fama de serem satanistas, o que faz com que boa parte da população da cidade se volte contra eles. Não demora muito para que Ethan se interesse por Lena, sem saber que ela e os integrantes de sua família possuem poderes. Eles precisarão lutar pelo amor que sentem um pelo outro, especialmente devido à uma maldição que assombra a união.