30/11/2014

Resenha: Ser Feliz É Assim, de Jennifer E. Smith

Título: Ser Feliz É Assim
Autora: Jennifer E. Smith
Editora: Galera Record
Páginas: 400
Graham Larkin e Ellie O'Neill não poderiam ser mais diferentes. O rapaz é um ídolo adolescente, um astro das telas de cinema; uma vida calcada na imagem. O cotidiano constantemente sob o escrutínio dos refletores. Agentes, produtores, RPs, assessores... Já Ellie passou a vida escondida nas sombras, fugindo de um escândalo do passado enterrado em sua árvore genealógica.

Mas, mesmo sem aparentemente nada em comum, os dois acabam se conhecendo — ainda que virtualmente — quando Graham envia a Ellie, por engano, um e-mail falando sobre o porco de estimação Wilbur. Esse primeiro contato leva a uma correspondência virtual entre os dois, embora não saibam nem o nome um do outro. Os dois trocam detalhes sobre suas vidas, esperanças e medos.

Então Graham agarra a chance de passar tempo filmando na pequena cidade onde Ellie mora, e o relacionamento virtual ganha contornos reais. Mas será que duas pessoas de mundos tão diferentes conseguirão ficar juntas? Será que o amor é capaz de vencer — mesmo — qualquer obstáculo? E mais importante... é possível separar ilusão de realidade quando o coração está em jogo?


Quem leu a minha resenha de A Probabilidade Estatística de o Amor à Primeira Vista (eita, nome grande e chamativo <3), sabe o quanto eu adorei a forma como Jennifer E. Smith escreve. É tão gostoso ler suas histórias que, assim que a Galera Record anunciou que lançaria mais um livro dessa autora, eu sabia que eu precisava ler. E vocês sabem exatamente como é: quando a gente cria expectativas para um livro, ele pode decepcionar muito ou ser muito mais do que você esperava. Felizmente Ser Feliz É Assim pertence ao segundo grupo e ainda estou encantada com ele. Que delícia de livro!

Ser feliz é...
Ver o sol nascendo no porto. Tomar sorvete num dia de calor. Ouvir o barulho das ondas ali no fim da rua. O jeito como meu cachorro se enrosca perto de mim no sofá. Dar um passeio a pé de noitinha. Filmes legais. Tempestades. Um belo cheeseburger. Sextas-feiras. Sábados. Quartas-feiras, até. Mergulhar a ponta dos dedos do pé na água. Calça de pijama. Chinelo de dedo. Nadar. Poesia. A ausência de emoticons num e-mail. 

E pra você, como é ser feliz? p. 25
Vocês sabem o quanto eu sou fã desses romances água com açúcar. Sou uma romântica incurável e, quando vi que esse era aquela típica história de garota que não tem nada demais que se apaixona pelo cara que tem tudo, sabia que era um tiro certo. Comecei a ler e simplesmente não consegui mais parar. Foram 400 páginas que simplesmente voaram. Isso tudo é resultado da narrativa extremamente fluida de Jennifer E. Smith: apesar de usar e abusar de clichês do gênero, é impossível não torcer para que tudo acabe certo para o casal. Ai, é muito amor envolvido. <3

É impossível não criar um vínculo com os protagonistas, principalmente porque é uma narrativa em terceira pessoa, mas que foca em Ellie e Graham separadamente e a autora conseguiu fazer com que o romance fosse o único caminho para o qual eles poderiam seguir, como se fosse algo natural, destinado para acontecer. E, como eles se conheceram através de um e-mail que acabou sendo mandado para o endereço errado (tem como ser mais clichê? <3), a autora conseguiu explorar bem esse fator e nos mostra o início do relacionamento através dessa troca de mensagens. Além disso, a cada começo de capítulo essa troca de e-mails é retomada, dando dinâmica ao enredo e isso faz com que ele fique ainda mais fluido e delicioso de ser lido.

Jennifer E. Smith não foca só no romance: temos aqui histórias de vidas completamente diferentes. Ellie é uma garota tímida, mas que faz tudo pelos seus objetivos e tem um segredo que, se vier à tona, pode acabar com a vida dela e da mãe; já Graham é o garoto famoso que nunca consegue mostrar quem ele verdadeiramente é, porque sempre há uma pressão para que ele seja o garoto perfeito. A autora consegue desenvolver bem esses dois lados da história – mesmo que por causa disso ela tenha negligenciado um pouco os personagens secundários, o que foi a única coisa que não me agradou no livro.

Era para ser a coisa mais comum do mundo – uma garota parada na praia – mas, de algum modo, para Graham, era como estar encarado o próprio sol. p. 131
Não vou dizer que a história tem grandes reviravoltas: na verdade ela segue um roteiro tão conhecido que provavelmente já fizeram uma comédia romântica daquelas de sessão da tarde com as mesmas características, então não há surpresa verdadeira em como tudo se desenrola. Mas, por ser divertido, envolvente e delicioso de ser lido, aqueles que adoram um romance fofo daqueles que faz com que a gente fique suspirando da primeira até a última página, vão se apaixonar por  Ser feliz é assim. <3

29/11/2014

Resenha: Onde Deixarei Meu Coração, de Sarra Manning

Título: Onde Deixarei Meu Coração
Autora: Sarra Manning
Editora: Galera Record
Páginas: 336
Simples, careta e sem graça. É assim que Bea se vê. Então quando a super descolada Ruby e seu bando de populares passam a se interessar por sua opinião, isso só pode ser uma pegadinha. Certo? Pelo menos é assim que sempre acontece nos filmes... Mas o convite para passarem as férias em Málaga parece pra valer. E com um bônus: Bea pode se afastar da mãe irritante e controladora. No entanto, depois de apenas 48 horas na Espanha, Bea se flagra mudando o itinerário. A menina decide visitar Paris para encontrar o pai que nunca conheceu. Afinal, a cidade luz pode emprestar um pouco de clareza a um período nebuloso de sua vida familiar. No caminho, ela conhece Toph, um estudante americano mochilando pela Europa. Enquanto procuram pelo pai dela nos cafés e boulevards de Paris, ela perde a cabeça em vez disso. Será que Bea é a garota de Toph ou a boa menina que sua mãe espera que ela seja? Ou será esse o verão mágico em que Bea finalmente torna-se dona do próprio nariz?


Vamos ser sinceros: quem não acha essa capa de Onde deixarei meu coração linda? É impossível passar por ela e não demorar um tempinho olhando para o livro, dando uma chance para ler a sinopse. Quando eu soube que a Galera Record iria lançar esse livro, é lógico que eu fiquei interessada, afinal, pela sinopse parecia ser exatamente aquele livro que eu estava precisando: leve, mas com aquele drama que dá um objetivo maior ao enredo. Porém, apesar de a leitura ter sido agradável, não foi exatamente tudo aquilo que eu esperava.

Não quero beijar garotos estranhos em quartos estranhos - discursei. - Eu quero romance. Quero ser louca por um garoto e que ele seja louco por mim também, assim, mesmo que a gente acabe cometendo um erro, ele não me abandone num piscar de olhos. Mas romance parece estar tão fora de moda quanto usar vestidos da Primark. p. 48
Eu já tinha abandonado Os Adoráveis, outro livro da autora Sarra Manning. Os personagens não me agradaram e esse era o meu grande medo com relação a Onde deixarei meu coração. Mas, mesmo com todos os contras que eu já tinha, investi no livro. Nas primeiras páginas até pensei que minha relação com Manning poderia finalmente mudar, mas não foi exatamente assim que aconteceu. A autora nos conta a história de Bea, uma garota tímida, que vive de acordo com as regras e que tem o sonho de um dia vir a conhecer seu pai. É uma história típica, mas faltou um pouco de condução na primeira metade do livro.

A protagonista é inocente demais e isso foi o que mais me irritou. Ela confia em pessoas que já lhe fizeram mal e que nem se importam com ela. Ou seja, foi uma leitura arrastada nesse sentido, ainda mais porque a narrativa é em primeira pessoa e deixa essa característica muito realçada. Bea tinha tudo para fazer com que muitos leitores se identificassem com ela (afinal, aquele toque de timidez junto com baixa autoestima sempre conquista), mas a autora pecou nesse ponto. Apesar disso, ela constrói personagens secundários verossímeis e isso compensa os erros em relação a como ela conduziu a primeira parte da história de Bea.

Porém, a melhor parte é que, a partir do momento em que ela viaja sozinha pela primeira vez, a protagonista dá um salto enorme em seu crescimento. Ela embarca em uma aventura que, com erros e acertos, vai fazer com que ela descubra a si mesma e vá em busca de sua felicidade. É claro que não poderia faltar romance nessa mistura, não é mesmo? Conhecemos Toph, um garoto do grupo de mochileiros que Bea acaba encontrando no caminho. É um romance muito fofo, daqueles que nos fazem suspirar. Sem contar que a ambientação em Paris deixa tudo sempre mais romântico.

E esperei para me apaixonar e ser a garota que sempre quis ser, e essa garota não espera que a vida aconteça, ela a faz acontecer.
Onde deixarei meu coração é aquele livro que poderia ter sido melhor, mas a autora pecou em algumas partes. Apesar disso, na segunda metade do livro, ele tomou uma nova direção e finalmente conseguiu ganhar meu coração. Através de uma jornada de crescimento, amizade e muito romance, Sarra Manning conquista o leitor. Uma ótima leitura para quem está procurando uma história deliciosa para passar aquele domingo chuvoso imaginando que está na cidade do amor! <3 

28/11/2014

Resenha: Garoto Encontra Garoto, de David Levithan

Título: Garoto Encontra Garoto
Autor: David Levithan
Editora: Galera Record
Páginas: 240
Nesta mais que uma comédia romântica, Paul estuda em uma escola nada convencional. Líderes de torcida andam de moto, a rainha do baile é uma quarterback drag-queen, e a aliança entre gays e héteros ajudou os garotos héteros a aprenderem a dançar. Paul conhece Noah, o cara dos seus sonhos, mas estraga tudo de forma espetacular. E agora precisa vencer alguns desafios antes de reconquistá-lo: ajudar seu melhor amigo a lidar com os pais ultrarreligiosos que desaprovam sua orientação sexual, lidar com o fato de a sua melhor amiga estar namorando o maior babaca da escola... E, enfim, acreditar no amor o bastante para recuperar Noah!


David Levithan. Eu já disse aqui no blog e repetirei: sou uma fã incondicional e não importa o que ele escreva, o fato é que eu vou ser uma das primeiras da fila para ler, mesmo que sejam só rabiscos. É incrível como ele consegue mexer tanto comigo. Já tinha acontecido antes em Todo Dia e com Garoto Encontra Garoto não foi diferente: fui arrastada para o enredo de tal forma que só consegui largar o livro depois de termina-lo. Mais uma vez Levithan nos encanta contando uma história sobre a força do amor, da amizade, da igualdade e principalmente do respeito.

Sinto vontade de flutuar, porque é simples assim. Ele está feliz que eu o encontrei. Eu estou feliz que o encontrei. Não temos medo de dizer isso. p.  36
Atualmente, tenho visto muitos livros que estão levando em consideração a homossexualidade – tanto em protagonistas como em personagens secundários. Apesar de ter sido publicado originalmente há 11 anos, o livro ainda conta uma cena um pouco idealista: no mundo de Levithan, Paul é um adolescente que tem sua sexualidade reconhecida por si próprio e por todos ao seu redor. Além de não haver preconceito em sua família, em sua escola cada um faz suas próprias escolhas e é respeitado por isso. No mundo real, ainda vamos demorar um tempo para alcançar isso, apesar de todos queremos um mundo assim. É nesse ponto que os livros ganham importância, afinal, eles são um caminho para a criação de uma geração livre de preconceitos. É por querer tanto que tudo que Levithan nos coloca se torne realidade que eu me vi envolvida com o enredo de Garoto Encontra Garoto.

Paul, nosso protagonista, é um dos grandes responsáveis para isso acontecer: assim como todo mundo, ele só quer amar e ser amado. Por esse motivo, ele é imprudente, erra e de vez em quando não sabe qual caminho seguir, mas quem nunca passou por isso? A história de Garoto Encontra Garoto gira em torno dessa premissa e essa característica faz com que qualquer leitor se identifique com o protagonista, e, com a narrativa em primeira pessoa através do seu ponto de vista, a empatia pelas inseguranças e erros dele aumenta. Além disso, temos um personagem que é sincero com o que sente e com as pessoas ao seu redor, além de ser um amigo muito leal. Um personagem daqueles que a gente se apega e não tem como não torcer para que tudo dê certo para ele.

É claro que nem tudo são flores: apesar de lidar com a homossexualidade como algo natural, Levithan também nos mostra o quanto podemos ser preconceituosos. Temos um panorama bem real do ocorre através de Tony, amigo de Paul, que sofre preconceito dentro de sua própria casa com seus pais. A intenção de Levithan foi provocar uma reflexão no leitor e ele atinge o ponto nesse sentido. Mas é claro que isso dá vazão para mostrar o quanto um amigo é importante quando estamos passando por situações difíceis de nossa vida e é por isso que os personagens secundários fizeram a grande diferença e também me conquistaram.

Quando um primeiro encontro dá certo, é assim:
Você sente a emoção de abrir a primeira página de um livro.
E sabe, instintivamente, que vai ser um livro bem longo. p. 235
Apesar de ser uma história simples e carregada de clichês, Garoto Encontra Garoto é um livro sensacional. David Levithan narra de uma forma única, quase poética, e, com isso, ele conseguiu despertar os mais diversos sentimentos em mim, desde a raiva até a mais sonora risada. Com certeza é um Young Adult com um grande poder transformador, afinal, ele tira o leitor daquela zona de conforto e o faz entender que todo mundo merece respeito independente das escolhas que faz. Nem preciso dizer que já entrou para a lista de favoritos de 2014. 

24/11/2014

Resenha: O Livro das Coisas Perdidas, de John Connolly

Título: O Livro das Coisas Perdidas
Autor: John Connolly
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 363
Após a morte da mãe, David, de 12 anos, passa a maior parte do tempo em seu quarto tendo com os livros como companhia. Quando eles começam a sussurrar para o menino, realidade e imaginação se misturam até que, ao brincar no jardim, entra em um reino encantado, onde encontrará heróis, monstros e um rei fracassado que guarda seus segredos em um livro misterioso. John Connolly, em O Livro das Coisas Perdidas, desconstruirá fábulas conhecidas, como A Branca de Neve e os Sete Anões e João e Maria, por meio de muita imaginação e mistério.


Sabe quando você coloca um livro na sua lista de desejados e ele fica por tanto tempo lá que você começa a duvidar que um dia terá a oportunidade de lê-lo? Foi exatamente isso que aconteceu com O Livro das Coisas Perdidas. Desde que foi lançado, eu recebi várias indicações de amigos dizendo que tinham adorado e que eu precisava ler. Tentei compra-lo em diversas ocasiões; tentei trocar, mas ninguém queria se desfazer. E agora eu entendi o motivo: que livro FANTÁSTICO. John Connolly se firmou como um dos autores que eu vou ler qualquer livro que ele lance, nem que seja sobre as coisas que ele faz durante o dia.

Nem mesmo os rituais que repetia incessantemente haviam sido suficientes para mantê-la viva. Mais tarde, ficaria se perguntando se, por acaso, deixara de executá-los de maneira apropriada, se, por acaso, havia contado mal na manhã daquele dia ou se deixara de acrescentar alguma ação às demais e então teria podido modificar as coisas. Agora não importava mais. Ela se fora. p. 13
Há muito tempo eu estava querendo ler uma fantasia em sua forma mais crua. Quando peguei O Livro das Coisas Perdidas, tentei de todas as formas abaixar minhas expectativas, afinal, é sempre ruim quando a gente espera demais de um livro e ele acaba não sendo tudo aquilo – além de, quase sempre, levar a uma ressaca. Porém, logo nas primeiras páginas, percebi que o livro seria incrível: John Connolly nos introduz nosso protagonista, David, e toda a situação dramática por qual ele está passando: a morte de sua mãe mesmo depois de todas as suas tentativas para salvá-la, a adaptação ao novo casamento de seu pai e ao irmão que chegou inesperadamente. Depois dos primeiros capítulos, já estamos ligados ao protagonista, em uma relação de empatia e compreensão.


Mas é quando o elemento fantástico entra em cena que o livro se molda na obra prima em que ele é. Apesar de não ser um enredo totalmente original, John Connolly se firma ao criar um mundo instigante, utilizando desde criações próprias até recriações de personagens famosos e isso tudo com aquele toque de mágica que o gênero pede. Isso faz com que seja um livro rico, mas, ao mesmo, isso não cansa o leitor, pois a narrativa em terceira pessoa faz com que tenhamos informações a mais sobre todo esse universo, sendo que ela é ao mesmo tempo fluida e objetiva. Mas se engana quem acha que esse é um livro leve: o autor nos faz embarcar em temas como solidão, perda e a necessidade de crescer quando a situação pede.

Isso faz com que tenham pontos em que o leitor se identifica com a situação em que David está. Por ter 12 anos e estar em um mundo totalmente diferente e tendo que se virar sozinho, ele se defronta com seus próprios medos e inseguranças. Ao fazer isso, acabamos criando um vínculo com o protagonista, afinal, é inevitável que nos coloquemos no lugar dele. Isso faz com que a gente pense no que faria caso estivesse em tal situação e o autor utiliza de artifícios para incentivar isso, o que acaba agregando ainda mais valor a obra, sem contar que faz com que o protagonista tenha um crescimento visível ao longo do enredo.

Mas ele já havia feito sua escolha. Não podia hesitar. Esgueirou-se pelo buraco do muro, na escuridão, enquanto o mundo que deixara atrás de si transformava-se num inferno. p. 78
O Livro das Coisas Perdidas é tão bom que, quando os últimos capítulos chegaram, comecei a ler bem devagar, porque eu não queria que acabasse. Para ser sincera, fiquei adiando e adiando, até que vi que ele não iria durar para sempre. John Connolly criou um mundo tão bem elaborado, que qualquer leitor que goste de fantasia vai mergulhar nele e querer cada vez mais. Se eu pudesse, faria com que ele tivesse uma continuação só para eu ter um gostinho a mais dessa história (sim, podem vibrar, é livro único!). O Livro das Coisas Perdidas é altamente indicado para quem está à procura de uma fantasia do mais alto nível. Ele é incrível.

P.S.: Nem preciso comentar que essa é uma das capas mais maravilhosas que eu tenho na minha estante, não é? Sem contar com detalhes internos. A Editora Bertrand Brasil arrasou! 

02/11/2014

Promoção: 6 anos do Only The Strong Survive


É aniversário do Only The Strong Survive e é claro que o Estante Vertical não poderia ficar de fora dessa festa, não é mesmo?
São vários livros e teremos dois formulários e dois ganhadores para cada um, totalizando quatro vencedores. Participem e torçam muito! Boa sorte <3

Regras:

- Possuir endereço de entrega em território nacional;
- As primeiras entradas são obrigatórias e você deve cumprir todas elas para desbloquear novas opções e mais chances de ganhar!